À criança amorosa, aos pais queridos, ao aprendiz dedicado, aos companheiros sinceros, à natureza singela, a nós mesmos.
…Como é fácil fazer o bem quando o beneficiário é alguém a quem amamos.
Por este motivo nossos desafetos de outras vidas nos são apresentados, na atual existência, como entes queridos a quem, por força da tradição, devemos amar, respeitar e auxiliar, ou seja, fazer o bem.
Pos este motivo, nossos desafetos da atual existência passam por nós e retornam, anos depois nas condições de alunos ou prefessores, ligados por laços de parentesco indireto ou envolvidos em projetos profissionais ou políticos comuns.
E, de uma ou outra forma, novamente os temos para o acerto de um débito, o desfecho feliz de uma desavença selada por uma nova amizade, a solução de uma disputa.
Esta é a lei universal do amor.
Aqui e em qualquer lugar. Ontem, hoje e sempre.
Como disse Jesus: “Fazer o bem sem olhar a quem”.
Mensagem recebida pela médium Clarita Eroles Nunes em 11 de julho de 2008 – CEAP