CEAP – Centro Espírita Antônio de Pádua

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Arquivo da categoria ‘Artigos Doutrinários’

Remédio para as Almas – por Bezerra de Menezes

Publicado por ceapbr em Julho 20, 2009

Fonte: Informativo Fraternidade – Nº 14 – Junho de 2009 – pág. 2 (revista bimestral produzida pelo CEAP)
Fonte da Revista: Jornalismo RBN

Antigamente, em época não muito remota, o ser humano vivia relativamente pouco. Não havia a bênção do antibiótico, tínhamos que tratar com parcos recursos as enfermidades.

Era, às vezes, o quinino o que mais nos usávamos, e trazia tantas descobertas que para nós eram tão atuais: o carro, o telefone, o telégrafo, tanta coisa importante.

E, no entanto, pensávamos na Medicina, tão pouco adiantada. Hoje, a medicina aí está, avançando a largos passos.

Cada dia, uma descoberta nova e, no entanto a idade média de grande número das pessoas que partem está na faixa de trinta anos. Por quê? Acidentes e acidentes, partidas violentas em “overdose”.

O número daqueles que chegam à idade avançada, para nós do plano espiritual, que observamos o mundo de cima, é muito menor do que aqueles que aportam muito antes, por antecipação, por não cumprimento do traçado cármico de suas vidas.

Lamentavelmente, os jovens estão partindo em larga escala para o plano espiritual. Não chegam a atingir a idade madura, pela insensatez, pelos princípios tão inferiores dolorosamente abraçados, pela falta de objetivos cristãos, pela imaturidade, pela viciação. E nos perguntamos:

Jovens“Quando será que aprenderão a servir a si mesmos servindo ao próximo?  Quando aprenderão a valorizar a saúde,  bênção da vida, a bênção de ter um corpo perfeito? Por que tantos têm que ser aprisionados em leitos de deformações físicas pelos acidentes cada vez mais constantes? Por que essa velocidade na estrada? Por que essa velocidade imensa, buscando a morte?”.

Fala-se à juventude, mostram-se espetáculos dantescos, diante dos olhos dos jovens desfilam cenas e cenas dolorosas, mas nem assim eles se previnem…

E colônias e colônias são abertas para colher esses farrapos espirituais que, na verdade, foram rapazes e moças belos, cheios de juventude, de inteligência.

Para onde vai caminhando o nosso mundo? Lamentavelmente, nós temos que ver, sentir e prever o pior…

Por isso, meus filhos, aquele que é cristão, o quanto puder divulgue a página esclarecedora, divulgue o livro que é um alimento completo, um banquete de luz, divulgue as palavras sensatas, os exemplos dignificantes, pratique a caridade. Não se deixem cansar pela ociosidade dos outros, porque aquele que está trabalhando encontrará sempre alguém para pedir: “Dê-me a sua enxada. Deixe eu encostá-la ali para você descansar.”

Esses são os que mais devem e são os que menos fazem. Meus filhos, privilegiados vocês são e serão sempre, quando escolherem a melhor parte, que é a parte do bem, a parte da luz, a parte da renúncia e do amor. Porque o que mais ouvimos é gritarem pelos quatro rincões da Terra: “Senhor, Senhor!” Tantas seitas, tantas religiões de corações vazios e mãos vazias.

Vocês preencham o coração e transbordem as mãos no trabalho caritativo, porque Deus é por todos vocês!

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Meimei

Publicado por ceapbr em Julho 19, 2009

Fonte: Informativo Fraternidade – Nº 14 – Junho de 2009 – pág. 7 (revista bimestral produzida pelo CEAP)

Meimei

Meimei

Irma Castro, mais conhecida como “Meimei”, nasceu no dia 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme, Minas Gerais. Filha de Adolfo Castro e Mariana Castro, tinha quatro irmãos: Ruth, Carmem, Alaíde e Danilo.

Era alegre, comunicativa, espirituosa, espontânea, muito inteligente e bonita. Cursou com facilidade o curso primário, matriculando-se, depois, na Escola Normal de Itaúna, porém, a moléstia que a perseguia desde pequena – Nefrite (inflamação dos rins) – manifestou-se mais uma vez quando cursava o 2º ano normal. Sendo a primeira aluna da classe, teve que abandonar os estudos.

Profundamente caridosa, aproximava-se dos humildes com a esmola que podia oferecer ou uma palavra de carinho e estímulo.

Algum tempo depois, foi morar em Belo Horizonte em companhia da irmã Alaíde. Estava num período bom de saúde, épois a doença ia e vinha, dando-lhe até, às vezes, a esperança de que havia se curado. Foi nessa época que conheceu Arnaldo Rocha, com quem se casou aos 22 anos. Viviam um lindo sonho de amor, mas que durou apenas dois anos, já que ela adoeceu novamente, vindo a falecer no dia 1 de outubro de 1946.

Logo depois, seu espírito já esclarecido, começou a manifestar-se através de mensagens psicografadas por Francisco Cândido Xavier. O apelido Meimei (“amor puro” em chinês) foi lhe dado em vida, carinhosamente, pelo esposo Arnaldo Rocha.

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Páscoa – por Elcio de Lima Rodrigues

Publicado por ceapbr em Abril 5, 2009

Quando nos aproximamos das festividades cristãs ficamos tomados de sensibilidade, pois embora na Doutrina Espírita não existam dogmas temos que considerar que um elo psíquico existe em torno dessas datas, o que não compromete nossa compreensão espírita à cerca da vida. Afinal, sempre nos recordamos das datas de nascimento ou morte dos nossos entes queridos, reverenciando-lhes com carinho a lembrança, certamente com o nosso Irmão Maior, o Mestre Jesus, essa recordação especial é plenamente justificável.

Cumpre lembrar, no entanto, apenas para fazermos justiça aos fatos, que o Evangelista Lucas inicia o capítulo 22 de sua narrativa dizendo: “Estava, pois, perto a chamada festa dos ázimos, chamada a Páscoa”. Portanto, a Páscoa que modernamente o mundo cristão comemora já existia em época anterior à morte e ao reaparecimento em perispírito de Jesus aos seus Apóstolos. Uma das teorias é que a Páscoa, à época do Senhor Jesus, era uma festa que simbolizava a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito.

Fatos históricos à parte, devemos sempre buscar o aconselhamento do bom senso e, convenhamos, nenhum mal incorre o espírita que compartilha junto com a família das comemorações que fazem parte da nossa cultura e costumes, pois o mais importante é que paute a sua vida pelo respeito a Deus, ao próximo e busque com fervor sua reforma íntima.

O retorno à espiritualidade é um fato irremovível no nosso destino, e estaremos diante do exame da nossa consciência… nesse dia não ouviremos o Mestre Jesus perguntar se comemoramos ou não a Páscoa, mas o que fizemos das lições que Ele nos deixou.

Uma Feliz Páscoa a todos!

ELCIO DE LIMA RODRIGUES

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Amor – por Elcio de Lima Rodrigues

Publicado por ceapbr em Abril 4, 2009

Palestra proferida por Elcio de Lima Rodrigues no  Centro Espírita Amor e Caridade, Mogi das Cruzes, SP, em 01/04/09 – 20h

Que a Paz de Jesus esteja em nossos corações.

Queridos Irmãos e irmãs na Doutrina Espírita,
É grande a responsabilidade em falar de amor numa casa que tem na sua denominação o binômio Amor e Caridade. Importante ressaltar que Amor e Caridade são palavras com o mesmo teor moral: quem ama verdadeiramente pratica a caridade, e quem pratica a caridade não pode fazê-lo sem o amor.

Madre Teresa de Calcutá foi um desses espíritos que em sua passagem Leia o resto deste post »

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Conflitos – por Elcio de Lima Rodrigues

Publicado por ceapbr em Janeiro 22, 2009

Mais uma vez o mundo assiste preocupado e consternado o conflito na Faixa de Gaza. Jerusalém, que serviu de berço ao Mestre Jesus, e onde Ele espargiu entre os homens a doutrina do amor incondicional, está sendo palco de lutas sangrentas, nas quais irmãos se levantam contra irmãos. No instante que o Mestre nos ensinou a chamar Deus simplesmente de “Pai” nos colocou na condição de irmãos.

A própria natureza demonstra que somos todos participantes da família universal. Os pássaros, assim como os peixes, não ficam aprisionados aos limites de um território apenas, e cumprem a finalidade para a qual Deus os criou, ora em um país, ora em outro. Os rios atravessam muitas regiões carregando em suas águas os nutrientes retirados das margens para enriquecer e alimentar o solo distante.

Não há como negar que a conduta da humanidade ainda demonstra traços de egoísmo, que somente o tempo com suas lutas e sofrimentos será capaz de extirpar. O homem caminha em direção ao progresso moral e intelectual, mas esse caminho é árduo e repleto de lágrimas, e enquanto o progresso moral não chega o homem utiliza o progresso intelectual para levar sofrimento aos seus semelhantes.

Confiemos sempre em Deus, pois o mundo não é uma nave sem rumo, e o futuro que construiremos na esteira dos séculos reservará para todos nós uma sociedade na qual o ódio, as guerras, as disputas não terão lugar. O preço dessa conquista é o sofrimento, no entanto, a misericórdia divina permite ao homem refazer as construções da sua própria insensatez.

Já vivemos inúmeras vidas e outras tantas viveremos. Assim é a Lei da Pluralidade das Existências. Caminhemos confiantes, pois um dia finalmente compreenderemos o que o Cristo quis dizer quando nos pediu “amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.

ELCIO DE LIMA RODRIGUES

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Não vá à Casa Espírita

Publicado por ceapbr em Janeiro 18, 2009

Fonte: www.reflexão.com.br

Colaboração: Nazareth de Fátima da Fonseca

nao_chico_xavierCerto dia aproximei-me daquela casa espírita, cheio de receio por tudo o que me diziam a respeito dos espíritas. Mas a curiosidade era tanta que quando dei por conta já estava entrando e não foi possível mudar de idéia. Minha mente advertia: “Tenha cuidado! Tenha cuidado!”. Afinal de contas, estava ignorando o conselho de um colega que dizia: “Não vá à casa espírita! Você vai ficar horrorizado com o que fazem lá”.

Mas agora já era tarde. Uma senhora, com estranha bondade, convidou-me a entrar. Atento a tudo e a todos sentei-me na última fileira. Pensei comigo: “aqui está bom, estou mais perto da porta”.

Logo comecei a prestar a atenção na palestra, pois a platéia estava atenta ao que dizia um senhor de meia idade. Ele falava sobre coisas que eu não podia entender, ou talvez não queria, pois tinha receio.

Aos poucos fui me sentindo à vontade. “Que estranho!” – pensei. Há muito tempo que não me sentia tão bem. Parecia que aquele pesado fardo que eu estava carregando tinha ficado mais leve. As palavras, aos poucos, foram me envolvendo e então percebi que aquele senhor falava de perdão, de caridade, de fazer bem ao próximo, da reforma íntima para ser feliz. Falou até de Jesus!

Após a palestra, fui convidado a ir a uma outra sala. Vi uma senhora se aproximar de mim, impondo suas mãos sobre minha cabeça, parecendo estar em oração. Atento a tudo e a todos, por via das dúvidas também resolvi fazer uma prece, já que não fazia uma desde há muito tempo.

Quando ia para casa, pensando no que tinha me acontecido e como estava me sentindo melhor, tive vontade de retornar outro dia.

Era uma tarde de sábado. Novamente eu me aproximava daquela casa. Para meu espanto, crianças e jovenzinhos também estavam chegando. “O que será que fazem aqui estas criaturinhas? Será que elas não têm medo?” -intimamente me indagava. Assim que entrei perguntei àquela senhora, minha conhecida do outro dia, o que faziam lá aquelas crianças. Bondosamente me explicou que estavam ali para as aulas de Evangelização Infantil e para o encontro dos grupos de jovens. Eles também estudavam a Doutrina Espírita e os ensinamentos de Jesus.

E assim, aos poucos fui conhecendo e me envolvendo com as atividades daquela casa. Hoje, quando me perguntam sobre essa escola de almas que freqüento, eu brinco: “Não vá à casa espírita! Pois você vai ficar impressionado com tantas coisas boas que acontecem lá”.

* * *

Essa é a história de um personagem fictício que já foi vivido por muitos que, mesmo diante dos preconceitos, da ignorância e da desinformação que ainda há em relação à Doutrina Espírita, se dispuseram a conhecê-la. E a despeito de tudo, surpreendem-se com uma realidade muito diferente daquela apregoada pelos que, mesmo desconhecendo, emitem pareceres sobre algo que não se dispõem a compreender.

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Reflexões sobre o Natal – por Elcio de Lima Rodrigues

Publicado por ceapbr em Dezembro 19, 2008

PresepioChegou o Natal! E com ele a guirlanda de ternura que nos embeleza a alma. Muito se fala, com justa razão, da exploração comercial em torno dessa data e, muitos salientam ainda que grande parte das pessoas valoriza, de maneira exagerada, os presentes e a mesa farta, entre outros aspectos que cercam as comemorações do final de ano.

Mas, não podemos nos fixar apenas nos aspectos negativos das pessoas e dos fatos. Se estivéssemos diante de uma árvore de Natal com centenas de pequenas lâmpadas acesas, provavelmente nossa atenção seria despertada por duas ou três luzes queimadas. Pois bem, irmãos, por que não olharmos somente as lâmpadas acesas? Por que não falarmos um pouco dos aspectos positivos do Natal?

Vejamos: esta é uma época do ano em que o espírito fraterno está muito mais presente nos corações das pessoas. É exatamente nesta época que muitos se mobilizam mais intensamente em torno da ajuda aos mais carentes. Amigos, colegas de trabalho, famílias se juntam e contribuem para oferecer aos mais necessitados um pouco mais de conforto e atenção. Os corações entoam o hino da caridade com mais vigor!

Nesta época do ano, em especial, o nome de Jesus está muito mais em evidência, nas palavras, nos jornais, nas revistas, nos e-mails… Enfim, lembramos muito mais Daquele que é o nosso grande Mestre, e do qual deveríamos nos lembrar o ano todo.

E, por último, não podemos deixar de constatar que o espírito natalino aproxima mais as pessoas. É nesta época do ano que reconciliações ocorrem, pessoas se perdoam mutuamente, corações voltam a bater no mesmo ritmo, mãos se entrelaçam, olhares falam através do silêncio…

Ah! Como seria bom se a humanidade vivesse todos os dias do ano como se fosse Natal, mas, convenhamos, se isso não é possível, agradeçamos a Deus pela oportunidade, pois, ainda que existam muitos aspectos interesseiros, o Espírito de Natal é realmente um magnífico potencial de luz!

Um feliz Natal a todos!

Elcio de Lima Rodrigues

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O Espírito e a sua Consciência – por Elcio de Lima Rodrigues

Publicado por ceapbr em Novembro 4, 2008

A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência.
Gandhi

Essa frase do inesquecível Gandhi resume com muita propriedade o que significa para o espírito a sua própria consciência. Li certa vez que um determinado homem dilapidou o patrimônio de um amigo e fugiu para muito longe, certo de que jamais seria alcançado e descoberto. No entanto o tempo passou e ele começou a sentir o peso do remorso dentro de si. Em pouco tempo estava enfraquecido e enfermo. É impossível fugir de si mesmo!

Essa questão não suscita nenhuma dúvida quando analisada nos parâmetros da vida material, no entanto quando transpomos o portal da morte física, tudo ganha uma tonalidade muito maior. Livre do corpo físico que limita suas sensações, o espírito passa a reviver as emoções arquivadas na consciência com uma intensidade muito maior. Emmanuel diz que o criminoso no exame de seus atos preferiria não ter mãos a aplicar um só golpe.

 

Da mesma forma podemos afirmar quanto aos nossos irmãos que mergulham no vale dos suicidas. Certos de que encontrariam o fim de tudo, se surpreendem vivos e sofrendo com intensidade a dor da agressão que causaram a si mesmos.

Queridos irmãos, o conselho precioso de Jesus, “Orai e Vigiai” evita que venhamos a recolher o tributo da dor aqui no mundo físico, mas o bom senso nos diz que, certamente Nosso Mestre Maior, nas sua sabedoria, se preocupou muito mais com nosso futuro na Pátria Espiritual.

Elcio de Lima Rodrigues

 

 

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Um aviso na noite

Publicado por ceapbr em Outubro 25, 2008

Fonte: Redação do Momento Espírita com base no cap. 12, pt. 2, do livro “No Invisível”, de Léon Denis, ed. Feb. em 16.10.2008.

Colaboração: Nazareth de Fátima da Fonseca

Era o ano de 1908. Um navio de guerra inglês fazia um cruzeiro nos Mares do Sul. O comandante, encerrado em seu camarote, fazia cálculos algébricos, a giz, no quadro-negro.
Depois, sentou-se à mesa para passar ao papel todos os seus cálculos.
Quando se voltou, para ler a última anotação que fizera, viu aparecer uma mão que tomou da esponja e apagou o que estava no quadro.
Assombrado, viu aparecer o antebraço e depois, a pouco e pouco, como algo nebuloso se tornou visível: era um homem, uniformizado.
De imediato, ele reconheceu um dos seus antigos companheiros de escola, oficial da Marinha, como ele, e que não via desde alguns anos.
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A Pedagogia de Jesus – por Hugo Koller

Publicado por ceapbr em Outubro 22, 2008

Por que Jesus ensinava por Parábolas?

Os Apóstolos, intrigados, perguntaram a Jesus: “Porque razão falas tu por parábolas?

Isso intrigava os Apóstolos, porque nem todos entendiam as alegorias usadas pelo Mestre, para transmitir seus ensinamentos. Jesus, na sua simplicidade lhes respondeu: “Eu lhes falo por parábolas, porque eles não estão em condições de compreender certas coisas; eles vêem e não enxergam, ouvem e não compreendem”. Jesus lidava com o povo como nós lidamos com as nossas crianças, cujas idéias ainda não se encontram desenvolvidas. Contamos estórias e até nós fingimos ser crianças.

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