CEAP – Centro Espírita Antônio de Pádua

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Posts de Agosto 7th, 2008

Evangelizemos nossas crianças

Publicado por ceapbr em Agosto 7, 2008

“Deixai vir a mim os pequeninos, não os impeçais pois deles é o reino dos céus.” (Mateus, 19:14.)

É prática comum em algumas famílias, inclusive espíritas, esperar que os filhos cresçam, pra que definam por si própios a religião que desejam seguir. Alegam estas que não têm o direito de interferir na liberdade de escolha dos filhos, que religião é objeto de escolha pessoal e de gosto diversificado, e que o indivíuo temm, na idade adulta, maiores condições de definir o que melhor lhe apraz nesse aspecto.

O resultado desse pensamento reflete-se, na maioria das vezes, no dia-a-dia de nossa sociedade, onde uma boa parte dos jovens desligados de qualquer sentimento de religiosidade tem a cabeça voltada apenas para o que eles chamam de “agitos”, onde a tônica é dada pelos tóxicos, álcool, sexo e violência como uma forma de auto-afirmação e de preenchimento do vazio, causado pela falta de religiosidade, além da contribuição funesta para o umento das estatísticas de suicídios, onde atualmente o jovem lidera os índices.

O desconhecimento de valores espirituais aliado à despreocupação dos pais com este fator contribuem de forma contundente para este quadro, resultando, muitas vezes, em complicados processos obsessivos e até reencarnatórios devido à falência das partes envolvidas no contexto.

Faz-se necessário que os pais se conscientizem sobre o grau da responsabilidade assumida perante os Espíritos superiores com relação ao Espírito que aceitaram como filho na presente encarnação. Entretanto, a participação não se dá apenas no aceitar um Espírito como filho, há toda uma sistemática no processo de reencarnação, onde são observados: a ficha do reencarnante, o grau de simpatia ou animosidade com relação aos fenitores, a composição de mapas genéticos, o desenvolvimento de reuniões entre as partes no plano espiritual. Enfim, todas as medidas em que podemos ou não podemos pensar são tomadas pelos técnicos reencarnacionistas, pra que se cumpra o disposto nas Leis Divinas.

“A evangelização espírita é de fundamental importância no processo de formação da criança, pois os vícios de caráter ainda se encontram adormecidos, constrangidos pelo envoltório infantil”.

Após o renascer no lar terreno, inicia-se para o Espírito a sua primeira estapa de vida na Terra, ou seja, primeira infância, que é o período compreendido entre zero e os sete anos, época em que a criança está mais sensível às sugestões dos pais para a formação de sua personalidade. É nesta fase que devem ser ministrados, através de muito amor e carinho, os conceitos de valores morais e cristãos.

Nesse sentido, a evangelização espírita é de fundamental importância no precesso de formação da criança, pois os vícios de caráter ainda se encontram adormecidos, constrangidos pelo envoltório infantil. O Espírito nesta fase, é comparado ao terreno fértil da parábola do semeador: as sementes que ali semearmos, germinarão fortes e viçosas, contribuindo de forma preponderante na formação moral do futuro adulto.

A tarefa da semeadura começa cedo, aos três anos a criança já pode sr encaminhada às aulas de evangelizaçõa, iniciando pelo maternal, depois o jardim, primeiro ao terceiro ciclo da infância, pré-juventude, primeiro e segundo ciclo da juventude, e, finalmente, depois de uma longa caminhada com média de um ano em cada ciclo, o jovem está pronto para o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita.

Esclarece-nos o Espírito Manoel Philomeno de Miranda, no livro “Temas da Vida e da Morte”, 1ª edição da FEB, página 19, que, “terminado aos 7 anos o processo reencarnatório, este se vai fixando, lentamente, até o momento da transformação da glândula pineal, na sua condição de veladora do sexo”.

A esse respeito, André Luiz, no livro “Missionários da Luz”, 26ª edição da FEB, Cap. 2º, dá-nos a seguinte informação:

Enquanto no período do desenvolvimento infantil, fase de reajustamento desse centro importante do corpo perispiriutal preexistente, a epífise parece constituir o freio às manifestações do sexo; entretanto, há que retificar observações.

Aos catorze anos, aproximadamente, de posição estacionária, quanto às suas atribuições essenciais, recomeça a funcionar no homem reencarnado. O que representava controle é fonte criadora e válvula de escapamento. A glândula pineal reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examina o inventário de suas paixões vividas noutra época, que reaparecem sob fortes impulsos.”

A fase da puberdade é uma das mais difíceis para os pais. É nesse momento que o Espírito vai começando a reencontrar a sua verdadeira personalidade, iniciando-se com o chamado conflito da adolescência. A base bem sedimentada dos primeiros oito anos de evangelização se faz presente agora, como freio às más tendências.

“Deixai vir a mim os pequeninos, não os impeçais pois deles é o reino dos céus” – disse o Cristo aos apóstolos que tentavam barrar-lhes a passagem até Ele. O pedido de Jesus reverbera em nossas consciências, e entendemos que o Mestre pede que não lhes cerceemos os ensinamentos, achando que não são necessários ainda, que deixemos que eles conheçam o Cristo, logo na infância, que é fase mais pura, mais humilde, onde os corações espargem inocência, e estão mais abertos aos preceitos cristãos.

É de vital importância que a Casa Espírita tenha essa preocupação com as crianças e com os jovens, no sentido de promover a evangelização destes, como propõe o Mestre Jesus. A FEB tem demonstrado essa preocupação, preparando e promovendo cursos nessa área. É importantíssimo que as Federativas Estaduais também promovam e desenvolvam, em suas regiões, programas e cursos nesse sentido, não só como meio de suprir a carência de evangelizadores, que é grande, como também de conscientizar os dirigentes das Casas Espíritas da importância desse trabalho. Esse, com certeza, não é um desejo só nosso, mas, principalmente, do Cristo.

Fonte: Revista Reformador – Junho de 1996 – nº 2.007

Evangelização no CEAP

No CEAP, temos aos domingos às 10h, a Evangelização Infantil e Juvenil. Para que os pais não fiquem ociosos enquanto esperam seus filhos, também temos salas para Estudos Doutrinários. Entre 10h e 10h30 realizamos cantos de cunho evangélico e moral e das 10h30 às 11h30 são realizadas as aulas.

Às terças e quintas-feiras, às 20h, também possuímos turmas de Estudos Doutrinários.

O CEAP utiliza Livros da Área de Ensino publicados pela Federação Espírita do Estado de São Paulo.

Os interessados deverão comparecer ao CEAP nos dias e horários informados para realizar uma entrevista. De acordo com o grau de conhecimento da Doutrina Espírita, cada candidato será encaminhado para uma turma de iniciantes, intermediários ou avançados.

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A Creche do “Seu Álvaro”

Publicado por ceapbr em Agosto 7, 2008

Fonte: O Diário Mogi das Cruzes (online) – Editorial – 06/08/2008

A Creche Fraternidade Antônio de Pádua é uma instituição que existe na Cidade desde 1971, voltada fundamentalmente para o atendimento de crianças carentes, que necessitam de um lugar seguro, onde recebam alimentação, carinho e educação, enquanto os seus pais trabalham.

Vinculada, desde o início, ao Centro Espírita Antônio de Pádua, ela foi criada como uma espécie de apêndice da antiga Maternidade Mãe Pobre, tendo à frente alguém que ainda desperta saudades e boas lembranças em todos aqueles que o conheceram.

Álvaro de Campos Carneiro, como bem disse o jornalista Chico Ornellas, numa de suas recentes páginas dominicais neste jornal, “foi para a Cidade um exemplo de dignidade em vida, capaz até de sair ileso após uma incursão pela política”.

Idealista, ele acabou corporificando em si todo aquele trabalho, a ponto de a instituição passar a ser conhecida em Mogi como a “Creche do Seu Álvaro”. Aliando seriedade à simplicidade e modéstia, características marcantes de sua personalidade, ele conquistou o apoio dos mogianos para a obra liderada pelo Centro Espírita do qual fazia parte.

Durante os últimos anos, a semente deixada por “Seu Álvaro” e outros aliados foi se desenvolvendo até chegar aos dias atuais, assegurando atendimento a 225 crianças e tendo ainda uma longa lista de espera com mais uma centena de nomes.

Todo este trabalho, voltado para a formação de cidadãos, como mostrou a reportagem publicada ontem por este jornal, vem enfrentando dificuldades. As doações de voluntários e antigos colaboradores, assim como as subvenções do poder público, são insuficientes para suprir os gastos com o atendimento a um número tão elevado de crianças, que passam o dia brincando e aprendendo, ao mesmo tempo em que recebem lições de cidadania e alimentação.

Existem ainda despesas com cerca de 40 funcionários, especialmente contratados e preparados para desempenhar suas funções junto às crianças, seguindo a metodologia de ensino da entidade mantenedora da Creche.

Como reconhecimento ao esforço daqueles que continuam à frente de uma iniciativa tão nobre, que se espelha na ação do falecido presidente Álvaro Carneiro, é que conclamamos a Cidade e seus representantes a colaborar para que a “Creche do Seu Álvaro” possa continuar levando adiante o seu belo trabalho de atendimento a crianças carentes.

E, mais que isso, tenha condições de atender àquelas que esperam pacientemente, na fila, a hora de receber o atendimento e o carinho daqueles que nos últimos 37 anos vêm mantendo vivo o ideal de “Seu Álvaro” e tantos outros que estiveram ou ainda permanecem atuantes nesta empreitada.

Mais do que nunca, é hora de Mogi oferecer uma resposta concreta à obra que hoje pede o apoio da comunidade para continuar abrigando crianças, educando e oferecendo a elas o verdadeiro caminho da cidadania.

Clique aqui para saber como Doar.

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